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No Dia dos Professores não basta existir, é preciso encher a vida de colorido do bem

Jornal Impresso Catarinense apresenta três professores de Garopaba e Imbituba nessa data tão especial

Por: RSC Portal - Dia: - Em: Geral

Fonte da Notícia: www.rscportal.com.br

No Dia dos Professores não basta existir, é preciso encher a vida de colorido do bem
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"Não basta existir, é preciso encher a vida de colorido do bem".


Alex Bondan


A frase da professora catarinense Antonieta de Barros, que viveu entre 1901 e 1952, abre a nossa reportagem em homenagem ao Dia dos Professores. Ela também foi jornalista e política, além de ser a primeira negra brasileira a assumir um mandato popular. O jornal Impresso Catarinense apresenta três docentes de Garopaba e Imbituba que trazem aos leitores suas realidades ao longo da Pandemia.

Professora Onileda de Souza Matta Guimarães.

No Dia dos Professores não basta existir, é preciso encher a vida de colorido do bem

Ela diz que não escolheu a profissão, foi escolhida. Filha de professora, Onileda sempre achou o trabalho da mãe muito árduo. “Iniciei outras graduações e não me encontrei. Até que em 2008, por incentivo da família, entrei na graduação de Pedagogia na Unisul e me apaixonei”, lembra com carinho.

A professora concluiu a graduação e logo emendou um Mestrado em Educação na mesma universidade. Hoje trabalha na Educação Infantil, Séries iniciais e também na formação de professores. “Sou bem eclética, amo educação infantil e me realizo com a turma de alfabetização. Tenho me dedicado na formação continuada de professores que para mim é um dos campos que precisa de muito empenho, leitura e aprimoramento”, contextualiza.
A relação à distância com os alunos não tem sido fácil para ela. “Como atuo com uma turma de primeiro ano, preciso do intermédio dos pais fazendo esta ponte entre eu e as crianças”, relata. Outra situação compartilhada pela professora diz respeito à sua vida pessoal. “São muitos conflitos que acabam nos atingindo, penso que o professor acaba se cobrando muito mais por estar exercendo a sua função à distância. O nosso tempo hoje é entre as plataformas e wathssapp. A família acaba sofrendo esta invasão do trabalho em casa”.

Ela afirma que os professores bateram recordes no recebimento de cartinhas, bilhetes, flores, beijos e abraços. “E nossas crianças pelo pouco tempo de convivência que tivemos não perdem a gentileza e a simplicidade dos pequenos gestos, meu carinho por todas as famílias que fizeram parte da minha história em tempos de pandemia”.

A professora registra seus aplausos para os professores que não têm medido esforços para alcançar as crianças e manter o vínculo com as famílias. “O professor precisou se expor de muitas formas, abrindo sua casa, sua privacidade, tendo que lidar com a novas tecnologias que até então não eram utilizadas com toda esta intensidade. Tenho acompanhado bem de perto o trabalho dos professores das escolas que atuo (Estado e Município), EEB André A. de Souza, Roça Grande e CMEI Maria Virgínia Soares, São Tomás, e vejo o quanto os professores estão sobrecarregados de trabalho, angustiados com esse enfrentamento, e ao mesmo tempo o quanto superam seus limites e possibilidades. Deixo aqui o meu mais profundo respeito pelos nossos professores, a quem tenho o prazer de conviver bem de perto e a distância”, finaliza.

 

Professora Jucinete Bonifácio Mello

No Dia dos Professores não basta existir, é preciso encher a vida de colorido do bem

Foi durante um estágio acadêmico da graduação de Artes Visuais que a jovem Jucinete se descobriu na docência. Depois do curso fez outra faculdade, dessa vez Pedagogia e ainda especializou-se em Contação de História e Literatura Infantil e Juvenil. Em Garopaba, ela trabalha com Educação Infantil e faz parte de um Projeto de Contação de História e Musicalização da Rede Municipal.

Ela revela para o jornal Impresso Catarinense que ser professor durante uma pandemia tem sido um grande desafio. “Eu que estou acostumada com uma sala de aula tive que me adaptar as tecnologias. Ainda bem que temos essa ferramenta para manter o vínculo aluno e professor. Nesta fase, procurei trabalhar com eles os sentimentos de uma forma que eles pudessem usar a imaginação, já que eles não podem sair de casa. Busquei histórias e músicas que fizessem eles viajarem de forma lúdica. Com isso, tive muitos retornos . Cada retorno das propostas e relatos dos pais me faz perceber que todo esforço é válido. É muito gratificante”, garante a professora.

O medo do desconhecido gerou inseguranças no início da Pandemia. “Mas sempre procurei manter minha mente ocupada, em família. Meu esposo, meus filhos e netas me ajudaram muito a manter o foco”, comenta.

Ela tem certeza de que para ser professor tem que primeiramente amar o que faz. “Pois além de ensinar a gente precisa se doar, se reinventar, buscar novos métodos para ensinar, perceber as dificuldades do aluno, cativar a confiança dos pais. Enfim, precisamos ser um pouco de tudo para exercermos nossa função. Tenho muito orgulho de ter escolhido uma profissão tão nobre, educar é um ato de amor”, finaliza a docente.

 

Professor Josué Silva Sabino

No Dia dos Professores não basta existir, é preciso encher a vida de colorido do bem

O professor de Geografia Josué Sabino atua na Escola Básica Municipal Padre Doutor Itamar Luís da Costa, em Imbituba, para os anos Finais 6º ao 9º ano. Ele tem duas pós-graduações em Docência no Ensino da Geografia e Psicopedagogia institucional e Clínica, além de estar cursando outra especialização em Gestão Escolar.

Desde pequeno ele gostava de ensinar seus primos. “A área educacional sempre me chamou atenção. Durante o Ensino Médio conheci um professor no 3º ano fantástico. Ele me inspirou a cursar Geografia e acredito que ensinar é mais que uma escolha, é vocação”, analisa.

Dentro da Geografia, sua maior área de interesse é a própria docência. “Durante a pandemia tivemos que reorganizar o nosso planejamento. Tudo mudou no âmbito escolar. Os professores passaram a adaptar o conteúdo para as atividades remotas. Alguns estudantes não têm acesso a internet, logo, preparamos também materiais para serem entregues na forma impressa”, explica Josué.

Ele conta que cada professor buscou sua forma para dar aula. Para manter o contato com os alunos, ele promoveu web aulas, explicou o conteúdo e tirou suas dúvidas virtualmente. “Alguns pais trabalham durante o dia e seus filhos não possuem celular. Então faço vídeo chamada no horário em que os pais já estão em casa. Além disso, ficamos disponíveis no WhatsApp para tirar todas as dúvidas que os estudantes apresentam. O apoio da gestão escolar é essencial neste período. Em nossa escola contamos com uma excelente equipe, que nos dá todo o suporte”, garante.

Na sua vida pessoal, Josué também precisou de adaptações. “Perdemos nossa rotina. No início foi bem difícil. Com o passar do tempo fui me acostumando. Para nós professores, o contato com os alunos é essencial. Replanejar, preparar materiais, dar aula online, fazer relatórios, tirar as dúvidas dos estudantes passaram a fazer parte da nova rotina, que agora não tem mais horário definido”, diz e complementa. “Sempre busco organizar a agenda semanal, para ter o tempo necessário para a vida pessoal”.

Durante o período da pandemia, ele foi convidado para participar como mobilizar do PVE (Programa pela Valorização da Educação). No grupo de mobilizadores, criamos um canal no youtube, intitulado “Contação de histórias: a arte de contar e encantar”. Todas as terças e quintas-feiras, é postado no canal um vídeo de uma contação de história. Acompanhem o canal, vocês vão gostar”, convida.

 

 

 

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